sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Doce Espera


Aprisiona-se o beijo à lembrança da Tua boca
Quedam-se os lábios...
Entreabertos
Molhados
Ávidos
Gulosos
Coloridos
Promissores
…Até ao novo encontro…

.

.

.

.

.

...Com os Teus...

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Flor de Ti


Desabotoa-me o corpo,
Meu Amor
Como quem desfolha um “bemmequer”

Cheira-me o relento dos seios,
Meu Amor
Por onde escorrem gotas do orvalho do teu corpo

Passeia-te nas curvas do meu jardim,
Meu Amor
Onde cada “passo” teu é uma pétala

Faz-te abelha em Primavera,
Meu Amor
Sorve-me o pólen, prova-me o mel…

Saqueia-me
Meu Amor

Quero ser flor de Ti






Meu Amor

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Meu Sol


Esta noite, vou mergulhar no Mar
Pescar o Sol com um fio de Luar

Falar-lhe de Ti e do nosso Amor
Dizer-lhe que sem Ti, me falta calor

Que os braços Teus são raios de Luz
E de tantos olhares, só o Teu me seduz

Que só no Teu corpo descubro prazer
E só dos Teus lábios, eu quero beber

Que fazes nascer flores no meu peito
E que o Nosso Amor, é mais que perfeito

Que o resto do mundo podia acabar
Porque é só Contigo que eu quero ficar

Pedir-lhe por fim que não tenha ciúme
Porque o Sol é cheiro, mas Tu és perfume

Esta noite, vou mergulhar no Mar
Pescar o Sol com um fio de Luar

Ensinar-lhe o caminho da Tua janela
Pedir-lhe que vá, e se pendure nela

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Sei-Te!


Sei as formas do Teu corpo, tal como sabes as minhas…

Caminho-Te de olhos fechados

E não me perco…

Porque Te sei cada poro, e Te respiro cada sopro,
Conheço-Te cada suspiro, adivinho-Te cada desejo,
Sei-Te o rosto ao acordar, o desalinho dos cabelos,
Sei-Te a voz, sei-Te os sussurros,
Sei-Te o suor, sei-Te a pele,
Sei-Te o gosto,
Sei-Te inteiro…

E perco-me…

Na loucura de Te descobrir, sabendo-Te…
E querendo saber-Te mais e mais…
Porque Tu estás para além de Ti
Estás no Céu, e nas Estrelas,
Estás no Mar, e no Sol, e na Montanha,
És o Mundo…

E como podes Tu, sendo tanto
Caber assim… Inteiro
No meu peito?

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Marés de Mim


Sou maré em permanente correria

Por vezes...

Onda lânguida que desmaia no beijo da areia

Por vezes...

Onda, que em enfurecido despudor,

Arranca a roupa da praia,

E ali mesmo a possui...

Deixando-a grávida de espuma

Dias de Falta... Na Falta dos Dias...


Há dias…

Em que é amargo o sabor da comida,
Por falta de partilha…

Em que são pesadas as palavras,
Por falta de quem as ouça…

Há dias de tremenda solidão…

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Ecos de vindouras memórias


Repetem-se os gestos no quotidiano da Alma
Que soltam a brisa nas manhãs de calma

Peregrinos são os sonhos, na dança do pensar
Perfeita é a planagem, a rasar o Mar

Salpicos de ondas no rosto da Vida
A devolver-lhe a carícia que julgava perdida

E entre a Esperança e o amanhecer
Um breve passo de dança
Uma pequena gota de querer

Inúteis...



…As serapilheiras imundas com que tentam cobrir-me
Sempre serei transparente!!


(E também eu, tenho um vestido às bolinhas)

:))

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Sempre... Como da Primeira Vez!


O Teu toque
Ao rasgar-me a pele…
Ao esculpir-me a carne…
Ao apertar-me as formas…

O meu abandono
Ao deleite dos Teus dedos…
Ao murmúrio da Tua voz…
Ao fogo do Teu desejo…

A nossa ânsia
No encontro das bocas…
Na oferenda dos corpos…
No gozo da paixão…

A nossa paz
Corpos saciados…
Olhos nos olhos…
Mãos enlaçadas…
Juras de amor…
Vidas refeitas…

Mais que Perfeitas!

Mãos


São…
Extremidades da Alma
Artesãs dos Afectos

E nas minhas...
Te Abrigo
(Queres?)

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Post Scriptum

Foto: Google

P´ra prevenir novas quedas,
Forrei o coração

(Guardei-o a quatro mãos)

:)

Amor aos pedaços


Dei-to...
Envolto em papel de entrega
Com um laço da minha cor

Porque o deixaste cair??

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Estás (me)


Na rebentação do desejo…
Na imensidão do Querer…
No profundo azul de (a)Mar…

Sou maré-cheia de Ti!!

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Tatuada...


Tenho, tatuadas nos lábios
letras feitas de silencio…

Palavras que o Teu beijo me deixou…

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Antíteses



Era o barulho de um silêncio absoluto,
Por entre frágeis galhos de Árvores nuas
O tempo tinha morrido, havia luto
E só as sombras caminhavam pelas ruas






Lá longe, adormecido, estava o Mar
Não morto, pois que nunca há-de morrer
Mesmo que muitas, as dores por que passar
Sempre há no Mar, a força de um Querer


segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Pergunto-me...


...Quantos cantos tem a Vida...


(Alguém me responde?)

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Quero-te!


...No arrepio do corpo
...No calor do peito
...Na imensidão da alma

Quero-te sem reticências
Quero-te e ponto (de exclamação)

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

O despertar...


De mão sonolenta e pesada calava o despertador, cujo som metálico e frio, enchia o quarto. Anunciava-se a hora do afastar dos corpos, e eu, com uma vontade que contrariava o tempo, deixava o doce e cálido aconchego dos teus braços, e ainda dormente, ajeitava-te a roupa e pousava-te um beijo no rosto. Um beijo que recebias com “aquele” encolher de ombros , de quem gosta de ser mimado. E ali ficavas, na fronteira que separa o sono do acordar, durante o tempo do meu duche, quase sempre rápido, para que sobrasse tempo para Ti.
Era então chegada a hora do teu despertar, e eu, ainda de toalha enrolada no corpo, entrava no quarto, devagar… e acordava-te…
Substituía-se o som metálico e frio, pela voz suave com que te dizia: “Acorda Amor”, e pelos beijos quentes com que te brindava o rosto. Enchia-se o quarto de carinho… E Tu, carinhosamente… Despertavas!

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Partilha...


Abro a janela do peito, e ofereço o Sol ao mundo

Porque hoje...

Todo o Sol me está por dentro!

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Entrega!

Assim, me entrego ao teu abraço
Desnuda... Inteira... Eterna...
E nasce um jardim
...no meio de mim...

domingo, 18 de janeiro de 2009

A distância do olhar...


Espreguiço o olhar no horizonte,
Que hoje, o nevoeiro empurrou para mais perto
E descubro que afinal há dias, em que o horizonte é já ali…

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

...


Emergir de Ti e subir...

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Contadora de histórias...


"Conta-me uma história", pedias-me com música na voz, enquanto te aninhavas no meu peito…. E eu, percorria a imaginação e com ela inventava uma história que invariavelmente começava com: “Era uma vez”…. Depois, em voz baixa para não te despertar e dedos de carinho com que te alisava os cabelos, ia inventando, um a um, os personagens de uma história de encantar, a que dava sempre um final feliz. (Não queria que partisses para os teus sonhos com a ideia que também há histórias com finais menos felizes) … Queria que dormisses um sono tranquilo e por isso te dizia sempre: “Dorme em paz amor, que eu tomo conta do teu sono”… E tu lá ias, pousando serenamente nos braços de Morfeu, e no meu peito “abandonavas” o teu corpo, que se tornava mais pesado lentamente. Quero acreditar que sonhavas com os personagens das histórias que te contava, mas nunca saberei ao certo, porque o mundo dos sonhos de quem dorme, é um mistério que apenas pertence ao próprio. E eu sempre respeitei o teu mundo…
Foi há quanto tempo tudo isto? Um ano, dez anos, cem anos? Que importância tem o tempo, se ainda hoje todas as histórias de “embalar” começam com: “Era uma vez”… E terminam com finais felizes?
Ainda que passem mais cem anos… E que eu deixe de existir…


“Era uma vez…”

Ondas da Alma...

Sento-me à chuva e invento um Mar só meu…
Feito de sonhos azuis que me inundam a Alma
E de desejos salgados que me correm nas veias
Um Mar só meu…
Um Mar de mim…


(porque quero sonhar, sonhar muito, sonhar tudo, sonhar sempre)

Linhas sentidas...


Olhou no espelho… viu-se inteira! E apesar de ter notado no rosto, mais uns sulcos abertos pelo arado do tempo, gostou do que viu.
Catalogou cada um desses sulcos, e soube que mais não eram do que uma espécie de mapa dos sentires. Orgulhou-se do passado, e sorriu…
Afinal, sobrava-lhe ainda muito espaço p'ra sentir…
Muitos mapas p'ra escrever!


(Porque as emoções só findam quando a vida morre)

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Perseverança...


Arde a Alma em tons de verde…
E paciente espera à janela,
Que a chuva acabe…

sábado, 10 de janeiro de 2009

oD ossevA


Era uma história sem história,
Perdida talvez… numa Era, que não era de fingir.
O cavalo, que não era branco, chegava sem príncipe,
E a Bela, que não era bela, despertava para sempre…


(Porque tudo tem um avesso)

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

E...


... Entre o aqui e o agora...
Sempre sobrará um espaço...
Sempre sobrará um tempo...


Para ser feliz

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Tenho...


...Um Gato a Preto e Branco...
Que me trouxe cor à vida


:)




(Não é uma gracinha?...)

Um dia na vida da Vida... (post 100)



Calçou os ténis e saiu em passos seguros, sem pressas ou atrasos, sentindo sessenta segundos por minuto. Nem mais, nem menos…
O tempo era real, como real era o Mar onde pousava o olhar, ou as gaivotas que lho faziam voar.
Sentia o calor ameno de um sol de Inverno que visitara o céu, e que a espreitava por entre nuvens de branco e doce algodão. Também o vento estava presente, suave e gentil brincava-lhe entre os cabelos, que usava soltos.
Passeou junto ao Mar durante horas, sentindo em cada hora sessenta minutos… O tempo continuava real.
Plena de azul e sal, subiu a serra… Percorreu caminhos de terra, ladeados de árvores que abraçavam o céu. Ouviu a canção dos pássaros e o hino fresco das nascentes que desciam pelas encostas beijando as pedras. Folhas secas e galhos inertes gemiam sob os seus pés, pedindo clemência. Fez-se leve para lhes poupar a dor…
Plena de Natureza, voltou a casa… Tinha passado um dia em que sentiu vinte e quatro horas. Nem mais, nem menos…
Chegou sem pressas ou atrasos, sem fadiga ou preguiça, sem altivez ou submissão, apenas convicta do seu valor.
Sabia que algumas vezes teria de deixar os ténis e equilibrar-se em saltos finos e longos…
Pois que assim fosse! Nada é imutável… Nada é linear…
E a VIDA, esta VIDA de que falo, sabia-o!

(Talvez tudo não passe de uma questão de calçado)

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Intimidades...


Guardo-te na intimidade de mim

Como se eu fosse casa…
E tu botão…
Como se tu fosses flor…
E eu jardim…

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Evasão...


É banho de lua crescente
É um quase-frio que me arrepia
É um evadir-me de mim, ir na torrente
É nas estrelas encontrar a calmaria

domingo, 4 de janeiro de 2009

Utopia...


Mergulho na quimera de existir,
Para que o Mar seja o Mundo em que adormeço…
E o Mundo, um Mar que acorde em mim.

sábado, 3 de janeiro de 2009

Aos amigos e visitantes...


Quando iniciei este blog, que tem aliás muito pouco tempo, fi-lo pelo prazer da escrita e também, de alguma forma, para deixar de o fazer em pequenos papeis que acabava por deixar num canto e inevitavelmente perder. Não nego também (nem me envergonho de o dizer) que o comecei numa fase complicada da vida, e que o mesmo, para além de me dar um imenso prazer (ou talvez por isso mesmo), serviu também para alguns “desabafos” da Alma, só possíveis a quem tem sentimentos.
Fiquei feliz por cada comentário Vosso, uns dando-me “força”, outros mostrando que compreendiam, e até partilhavam do que escrevi. Pode a escrita não ser perfeita, nem a isso tenho pretensões, mas é seguramente uma escrita que vem de “dentro”.
Os comentários de outros Blogger’s estão obviamente identificados, e os outros, embora anónimos, identifico-os eu… Sei exactamente de quem são!
Até que há uns tempinhos atrás, começaram a “aparecer” comentários anónimos, de índole jocosa e ofensiva, que eu obviamente não aprovei e que pretendiam seguramente perturbar-me a paz.
Ora, como não estou para me dar ao trabalho de os ler para depois apagar, e como não pretendo (pelo menos para já) deixar de escrever, sou forçada a não permitir mais comentários anónimos. Tenho obviamente pena, por não poder continuar a receber comentários daqueles que não estando registados me acarinharam e respeitaram, mas, esses terão concerteza outra forma de "chegar a mim"…

Deixo um beijo e um sorriso a todos os que aqui passaram, e que, gostando ou não do blog, o respeitaram.

Agradeço a todos esses!!

Obrigada :)

Excelente 2009

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

No céu também se ama...


Subo nas asas do falcão. O vento, quente e doce, beija-me o rosto, subtrai-me as memórias, ateia-me a vida.
Voando entre os azuis de um mar calmo e de um céu profundo, sinto o paladar do infinito. Descanso a razão no branco das nuvens que aqui e ali pincelam o céu, e aninho-me nos braços da paz.
Subo mais e mais… Estou a um passo do tecto do mundo…
Então… o falcão pousa no ponto mais alto do cosmos, e eu, em bicos de pés… desenho Amor no Céu.

Acordo… Era um sonho que havia despertado enquanto eu dormia…
O último sonho do ano…
O primeiro dos anos que me restam.

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Inch Allah!


O pó do tempo cola-se-te ao corpo, tornando-se lama
Cimenta-te a vida, pregando-te ao chão.
E nem mais um passo te é possível,
Deixas de caminhar… Morre-te o que foste, o que és, e o que nunca serás…
Pereces… encardida, moribunda
Do pó que semeaste!
Cumpre-se a Lei do Eterno Retorno!

No lugar do outro...


A justiça nunca anda descalça…
Calça sempre os “sapatos” do outro!

Una...


Sou…

Duas metades do mesmo sentir,
Unidas pelo desejo de querer
O esquerdo e o direito…
Do mesmo lado!

...


Não escrevo tudo o que sinto...
Mas sinto, tudo o que escrevo!

Inevitável...


Há rosas caídas, nos jardins da memória…
Há memórias caídas, num roseiral...

Busca...


Hoje quero escrever, escrever, escrever, até que me doam os dedos ou até que apodreça esta mágoa em mim.
Calo-me, mas fala o olhar… E as palavras que a boca não diz, soltam-se em gotas do rio dos meus olhos.
Para onde quer que olhe, para onde quer que me vire, tudo desmorona… Como se o mundo fosse um castelo de cartas… e o dia de tempestade.
Tento conter-me, mas nem sempre consigo… e deixo neste meu canto a escrita que me desnuda, quando me despejo em palavras.
Abraço, porém, a minha rota, guiando-me pela bússola da Alma…
Procurando o meu Norte...

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Em coma...


Um silêncio que não pedi paira no ar. Já não se ouve a melodia das vozes nem o buliço das máquinas. Assisto, também eu silenciosa, ao coma do que quase foi a minha casa.
Não quero que morra, mas não sou eu quem pode salvá-la… E se morrer, e quando morrer, procurem nos escombros e tentem salvar as gotas de suor, os risos, a alegria e a esperança que lá deixei…

Devolvam-me tudo, para que eu sinta que afinal…

Não foi em vão!

Desaprender!



Somaram-se os dias neste ano que agora finda. Vagarosamente, um após outro, escreveram-me a negro na pele.
Foi um ano em que aprendi pouco e desaprendi muitos e importantes princípios.

Desaprendi, ao aprender em não confiar …
Desaprendi, ao aprender que devo pensar duas vezes antes de presentear alguém…
Desaprendi, ao aprender que palavras como sempre e nunca não devem ser usadas…
Desaprendi, ao aprender o enorme erro que é entregarmo-nos a alguém…
Desaprendi, ao aprender que alguns amigos, nunca o foram…
Desaprendi, ao aprender que, (salvo honrosas excepções), não importa quão bem tratemos as pessoas, sempre haverá um momento em que nos viram as costas…
Desaprendi, ao aprender que existem pessoas realmente más, capazes dos mais hediondos feitos para conseguir o que (não querendo) querem…
Desaprendi, ao aprender que há feridas que deixam cicatrizes indeléveis…
Desaprendi, ao aprender um novo sentimento…
..............
..............
E depois de tanto desaprender... Aprendi a gostar-me mais!

Por ter confiado!
Por ter dado pelo prazer de dar!
Por ter dito sempre e nunca!
Porque me entreguei!
Por ter sido amiga!
Por ter tratado bem!
Por não virar as costas!
Por não ter sido má!
Por não ter ferido!
Por ter Amado!

Vai-te 2008, despeço-me sem saudade!

P’ró ano Quero-me de Volta!!

domingo, 28 de dezembro de 2008

Ser...


Eu… Apenas Eu…
Bastar-me…
Depois… Voar p’ra Ti!


(Haverá melhor forma de me dar por inteiro?)

Remember...?



1.300 dias
31.200 horas
1.872.000 minutos
112.320.000 segundos

(…E foi assim que começou…)



terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Porque é preciso!


Antes que ontem se apague
Que hoje se esgote para sempre
Que seja amanhã por um dia…

Antes do virar das costas
Do avesso do querer
Do arremesso da mágoa…

Antes da dormência nos dedos
Da falência do peito
Do esvaziar da Alma…

Antes do começo de nada…
Depois do fim de tudo…
Abraço-me...

E resgata-se o desejo de viver!

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Sem rede...


Bastaria um abrir de mão e deixá-lo-ia voar...
Mas é aqui, do lado esquerdo do peito que o preciso. Aqui, onde me aquece o corpo e me mantém a vida. Aqui!
Sossega coração… Não queiras voar tão alto…
Não vão as asas quebrar-se e despedaçares-te no chão…

Se eu fosse Deus, teria posto, ouvidos no coração!

Nascente...


Um fio de água tímido, nasce-me na Alma e agiganta-se em riacho no vale do meu peito.
Deixo-me ir… ao “sabor” ondulante da corrente, viajo sem destino. Vou onde o meu riacho me levar…
Aquietar-me-ei no rio, no Mar, ou simplesmente numa das margens de mim…
Pouco importa p’ra onde vou… Há “coisas” que não são como terminam, são como começam…
O importante é saber que todo o riacho tem uma nascente…
E o meu… Nasce no melhor sítio de mim…

Na Alma!


domingo, 21 de dezembro de 2008

Tributo...


...A Ti...

Pelo arrepio que me deixas na pele...

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

...


Toca-me…
Faz-te melodia em mim…
Escuta-te!
(és capaz?)