
Um silêncio que não pedi paira no ar. Já não se ouve a melodia das vozes nem o buliço das máquinas. Assisto, também eu silenciosa, ao coma do que quase foi a minha casa.
Não quero que morra, mas não sou eu quem pode salvá-la… E se morrer, e quando morrer, procurem nos escombros e tentem salvar as gotas de suor, os risos, a alegria e a esperança que lá deixei…
Devolvam-me tudo, para que eu sinta que afinal…
Não foi em vão!