
Enforcam-se as letras nos fios ocultos da Alma
Peças soltas de um puzzle, que não consigo montar
Que não se juntam, não se encaixam, não se querem
Desmaia-me a escrita em canetas sem tinta
Em papeis brancos de nada
Amarrotados…
Dormentes…
E assim estou, doente de palavras moribundas
Sabendo que pouco sei…
Sabendo que sinto demais!
Peças soltas de um puzzle, que não consigo montar
Que não se juntam, não se encaixam, não se querem
Desmaia-me a escrita em canetas sem tinta
Em papeis brancos de nada
Amarrotados…
Dormentes…
E assim estou, doente de palavras moribundas
Sabendo que pouco sei…
Sabendo que sinto demais!

