
Enforcam-se as letras nos fios ocultos da Alma
Peças soltas de um puzzle, que não consigo montar
Que não se juntam, não se encaixam, não se querem
Desmaia-me a escrita em canetas sem tinta
Em papeis brancos de nada
Amarrotados…
Dormentes…
E assim estou, doente de palavras moribundas
Sabendo que pouco sei…
Sabendo que sinto demais!
Peças soltas de um puzzle, que não consigo montar
Que não se juntam, não se encaixam, não se querem
Desmaia-me a escrita em canetas sem tinta
Em papeis brancos de nada
Amarrotados…
Dormentes…
E assim estou, doente de palavras moribundas
Sabendo que pouco sei…
Sabendo que sinto demais!
6 comentários:
acabaste de me descrever, sabias? não o faria tão bem como tu...o import é saber que não há mal que dure eternamente, aliás, nem os peter pans são eternos, não sabem pk? pk não existem...são fantasia, projecção mas quando cairem em si...haverá um puzzle de sentido em sua verdade...confia!
bj grnd em ti, amiga
Para quem parece que não se consegue expressar, está um magnífico poema.
Concluo, que só podem ser as canetas que estão secas...pois a alma, essa sim, está repleta de belas palavras.
Beijinho saudoso!
pode ser que amanhã as tuas canetas se encham de tinta e mergulhes na imensidão das palavras, exetriorizando tudo o que sentes.
maior beijo*
que seja mesmo "só por hoje", as tuas palavras fazem falta.
beijinhos
Gostei do que li... mas agora que aqui cheguei quero mais... sim :-)
Gostei de te conhecer menina simpática... és divertida e isso é bom, faz bem à nossa alma... assim que tiver as fotos mando-te ok... e agora quero ir vendo essas tuas fotos, estou de olho e olha que ao contrário do que dizes ficas bem nas fotos...
Continua sorrindo... Bjs em ti e obrigado pela companhia e teres aparecido.
Nuno
E por vezes não sabemos que fazer com tantos sentires!
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