segunda-feira, 16 de março de 2009

Fecham-se os olhos...


Mordo a luz da Lua na escuridão da noite
E ficam-me nos dentes pedaços de Estrelas.
Sinto o arrepio, na pele calma da noite tingida…
O sussurro do Vento a envolver-me a cintura…
Os dedos da Brisa nas ondas dos meus ombros…
E em pungente delírio, danço toda a noite com a noite
Até que uma mão, para lá do horizonte, comece a pintar o dia
E o Céu se vista de azuis com cheiro a alfazema…
(Abrem-se os olhos...)

6 comentários:

frAgMenTUS disse...

Babes, estás + filosófica neste poema...gostei imenso, sobretudo deste final:

"Até que uma mão, para lá do horizonte, comece a pintar o dia
E o céu se vista de azuis com cheiro a alfazema…"

a noite é envolvente na sedução de uma lua mágica...qto ao azul, é sempre o infinito q nos toca e reveste...e alfazema, nem imaginas o simbolismo q para mim tem - é uma tatuagem q guardo na alma.

lindo! q bom ter-te agora lido, bjs boa noite

ParadoXos disse...

Obrigado por me abrires os olhos pra textos assim tão poemáticos de inspirar instantes... Tudo à flor da poesia!

Faz-me gostar, sim!

Teu abraço terno!

BEL disse...

Abriste o horizonte para lá da poesia transformaste-a noutras artes
Lindo

Luis Santos disse...

Passei so para deixar beijos.

mAg!C disse...

Passei apenas para informar que tens um desafio no meu blog... Espero que aceites, pois a vida é feita de desafios...

Um bem haja...

«mAg!C»

gaivotadourada22 disse...

Um Poema ternamente noite e com uma Poesia brilhante de estrelas e lua... Lindo! Parabéns! Adoreichegar aqui em teu Blog! Beijos!