
Mordo a luz da Lua na escuridão da noite
E ficam-me nos dentes pedaços de Estrelas.
Sinto o arrepio, na pele calma da noite tingida…
O sussurro do Vento a envolver-me a cintura…
Os dedos da Brisa nas ondas dos meus ombros…
E em pungente delírio, danço toda a noite com a noite
Até que uma mão, para lá do horizonte, comece a pintar o dia
E o Céu se vista de azuis com cheiro a alfazema…
E ficam-me nos dentes pedaços de Estrelas.
Sinto o arrepio, na pele calma da noite tingida…
O sussurro do Vento a envolver-me a cintura…
Os dedos da Brisa nas ondas dos meus ombros…
E em pungente delírio, danço toda a noite com a noite
Até que uma mão, para lá do horizonte, comece a pintar o dia
E o Céu se vista de azuis com cheiro a alfazema…
(Abrem-se os olhos...)
6 comentários:
Babes, estás + filosófica neste poema...gostei imenso, sobretudo deste final:
"Até que uma mão, para lá do horizonte, comece a pintar o dia
E o céu se vista de azuis com cheiro a alfazema…"
a noite é envolvente na sedução de uma lua mágica...qto ao azul, é sempre o infinito q nos toca e reveste...e alfazema, nem imaginas o simbolismo q para mim tem - é uma tatuagem q guardo na alma.
lindo! q bom ter-te agora lido, bjs boa noite
Obrigado por me abrires os olhos pra textos assim tão poemáticos de inspirar instantes... Tudo à flor da poesia!
Faz-me gostar, sim!
Teu abraço terno!
Abriste o horizonte para lá da poesia transformaste-a noutras artes
Lindo
Passei so para deixar beijos.
Passei apenas para informar que tens um desafio no meu blog... Espero que aceites, pois a vida é feita de desafios...
Um bem haja...
«mAg!C»
Um Poema ternamente noite e com uma Poesia brilhante de estrelas e lua... Lindo! Parabéns! Adoreichegar aqui em teu Blog! Beijos!
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